Olá pessoal, meus textos estão em novo endereço acessem:
quinta-feira, 12 de abril de 2012
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quarta-feira, 21 de março de 2012
Em viagem
O principio do fim - D.Berto
* desculpem a falta de acentos. Computadores em novas paragens, novos acentos, letras fora de lugar e o resultado é esse.
quarta-feira, 14 de março de 2012
Primeira
quarta-feira, 7 de março de 2012
Qualquer semelhança com os fatos é mera coincidência…
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Os jardins suspensos do Maranhão
Nas brincadeiras com os amigos, todos eram seus amigos, tudo se tornava uma superprodução: a brincadeira de veterinária – outra das possíveis carreiras que ela pensava em seguir, além de arqueóloga, maquinista de trem, etc., etc. – parecia um filme, com figurino, cenário e tudo mais. Tinha jaleco improvisado com a camisa do pai, sala de espera composta por duas cadeiras de jardim, balcão feito com caixa de papelão, entre outros equipamentos que todo bom veterinário utiliza.terça-feira, 8 de novembro de 2011
Coisas que podem estar acontecendo na poltrona ao lado
Cenário: famigerada linha São Paulo-Marília do Expresso de Prata.
Cena 1. Uma moça japonesa de suspeitas expressões, lia com atenção "O menino que roubava livros".
Quatro policiais entram no ônibus e sentam-se nas poltronas vizinhas do lado e da frente. Todos se entreolham, ela por cima do livro pensa uma saída, eles sob os bonés buscam um comando. Depois, todos entreolham a si mesmos.
É véspera de feriado, e tudo que eles querem é descansar, só estão fardados para economizar na passagem.
Dilema, liberdade, compromisso, planos mirabolóicos, parar ou não no Rodoserv? Tantas decisões em apenas 6 horas de viagem.
O tempo passa, eles parecem dormir. A viagem é longa e ela retoma a leitura.
[...]
O sinal luminoso avisa, como o tempo passa rápido, fim de viagem "Próxima estação Liberdade".
domingo, 3 de fevereiro de 2008
O tempo dos espinhos
Terminei hoje (27/01) a leitura do Pequeno Príncípe e fiquei surpreso. Mesmo sendo uma história conhecida e cheia de beleza, a cada leitura, a obra de Saint-Exupéry se mostra mais rica, principalmente pelo diálogo construído com o leitor.
- É muito verdadeiro e dá força à carga subjetiva da história.
Pensar esse livro a partir da vida do autor, não deixa de ser um exercício interessante. Escrito em plena Segunda Guerra Mundial (1939-1945), completamente envolvido na questão [o cara era piloto combatente], faz do livro um ponto de referência para a compreensão da própria Guerra, do ponto de vista de uma pessoa interessante e inteligente. Nos faz entender quando defende, sem moralismos, a extração das plantas ruins [baobás], "mal a tenhamos conhecido", revelando todo sentido em um mundo que corria sério risco com o crescimento das raízes do nazi-fascismo.
Abraço e até a próxima....


